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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Bolsas de estudo para mestrado e doutorado na Austrália!


A Universidade de Adelaide na Austrália está com inscrições abertas para bolsas de mestrado e doutorado com foco em pesquisa científica.

Essa, que é a terceira universidade mais antiga da Austrália e configura entre as 100 melhores do mundo, oferece dois tipos de bolsa, a ASI (Adelaide Scholarships International) e a IPRS (International Postgraduate Research Scholarships) , além de outras oportunidades voltadas para áreas específicas como engenharia e física.

A bolsa cobre todos os custos acadêmicos, seguro de saúde e ainda da um auxílio de 26 mil dólares australianos por ano, sendo que o programa de mestrado dura dois anos e do doutorado dura três.

O processo de candidatura da bolsa acontece ao mesmo tempo em que o do curso desejado, para participar é preciso:

- Ter um diploma universitário de um curso de 4 anos finalizado por um projeto de pesquisa
- Ter proficiência em Inglês (teste TOEFL ou Cambridge)
- Identificar a sua área de estudo e o supervisor do projeto de pesquisa (antes de preencher o formulário online e enviar a documentação)
- Enviar proposta acadêmica (até 500 palavras) e cartas de referência.

Na seleção serão analisados currículo acadêmico e profissional, experiências prévias com pesquisa, méritos acadêmicos e o potencial investigativo do candidato.  As inscrições vão até dia 31 de agosto! 

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

7ª Semana Integrada de Ensino, Pesquisa e Extensão SIEPE


A 7ª Semana Integrada de Ensino, Pesquisa e Extensão (Siepe) com o tema “ Ensino, Pesquisa e Extensão: a Universidade em tempos de desafios”, terá a realização de abertura oficial hoje, dia 05, das 19h às 20h, no Teatro da Reitoria. Como palestrante estará o professor Rodrigo Arocena Linn, da Faculdade de Ciências de Montevideo. O evento tem inicio hoje e irá até dia 07 de outubro no Campus Jardim Botânico  em Curitiba e dias 08 a 09 de outubro no Campus Palotina.
As apresentações culturais serão realizadas na terça-feira, dia 6: primeiro Natanael Moreira da Silva fará apresentação instrumental no Campus Jardim Botânico, das 12h30 às 13h. Na sequência, das 13h às 13h30, haverá a apresentação da peça de teatro “Ética”, feita pelo Setor de Ciências Biológicas. O dia 7 termina com as premiações do 14º Encontro das Atividades Formativas (Enaf) a 23ª edição do Evento de Iniciação Científica (Evinci), o 8º Evento de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Einti), e o 14º Encontro de Extensão e Cultura (Enec).


Organização: 
Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional – PROGRAD
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PRPPG
Pró-Reitoria de Extensão e Cultura – PROEC




terça-feira, 25 de agosto de 2015

Estudo mostra que aulas tradicionais são ineficientes

Quantas vezes durante uma aula entediante tudo o que você mais quis era estar na sua cama dormindo? Talvez o problema estivesse na metodologia de ensino. Pelo menos é o que defende um novo estudo de pesquisadores norte-americanos.
A análise revela que universitários submetidos a aulas tradicionais, em formato de palestras, são mais propensos à reprovação do que alunos em contato com métodos de aprendizado mais ativos e estimulantes. As aulas teóricas tradicionais têm taxas de falhas de graduação mais elevadas do que aquelas que utilizam técnicas ativas de aprendizagem, uma nova pesquisa encontra.
"As universidades foram fundadas na Europa Ocidental em 1050 e aulas tradicionais tem sido a forma predominante de ensino desde então",  diz o biólogo Scott Freeman, da Universidade de Washington. Ele e um grupo de colegas analisaram 225 estudos sobre métodos de ensino.
Os resultados foram publicados em maio do ano passado, na Proceedings of the National Academy of Sciences, e mostram que abordagens de ensino que transformam os alunos em participantes ativos, em vez de apenas ouvintes, reduzem taxas de reprovação e impulsionam notas em cerca de 6%. Abordagens de ensino que transformam os alunos em participantes ativos reduzem taxas de reprovação.
"A mudança nas taxas de insucesso é enorme", diz Freeman. Para Eric Mazur, físico da Universidade de Harvard, que fez campanha contra aulas tradicionais por 27 anos, esse é "realmente um artigo importante". "A impressão que tenho é que é quase antiético dar palestras, se você tem esses dados", avalia.

Freeman diz que ele começou a usar as novas técnicas, mesmo com turmas grandes. Segundo a Science, embora ainda utilize slides do Power Point, apresenta apenas perguntas e interage com os alunos, inclusive chamando de forma aleatória. "Meu curso de biologia introdutório ganhou 700 alunos", afirma.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Plataforma oferecerá apoio à pesquisa em escolas públicas

A plataforma on-line +SCIENCE, criada por um grupo de estudantes brasileiros que se encontravam Portugal, para apoiar as atividades de desenvolvimento científico em escolas públicas brasileiras, tem como objetivo intermediar o contato de professores do ensino médio da rede pública de ensino, com interesse no desenvolvimento de atividades de pesquisa em suas escolas, com estudantes de mestrados e doutorados apoiados pelo Governo Brasileiro.

A ideia surgiu do sentimento de que, apesar do aumento do número de mestres e doutores no Brasil, dificilmente esses pesquisadores têm estudos voltados para o ensino público. Segundo o grupo de pesquisadores, produzir ciência e cultura com recursos públicos os fez pensar que, “de alguma maneira, o retorno à sociedade deve existir, e se tal retorno for feito de maneira direta, toda a nossa trajetória terá valido muito mais a pena”, explicam.

Os professores interessados devem preencher o formulário online com os dados da escola, grupo de alunos envolvidos e principais interesses científicos, juntamente com uma breve proposta de projeto de pesquisa, com no máximo três páginas, contendo título, grupo de trabalho (alunos e outros professores), área de concentração, introdução, objetivos, metodologia, resultados esperados e bibliografia.

Os estudantes de mestrado e doutorado interessados devem preencher o formulário PhD Action com seus dados acadêmicos e principais áreas de atuação. Para realizar a inscrição é necessário confirmar a disponibilidade de uma hora semanal para apoiar os grupos de pesquisas das escolas públicas brasileiras.


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Ciências Humanas focam nos mestrados profissionais em rede nacional para qualificar professores

Matéria do site da CAPES 
Publicada por Coordenação de Comunicação Social da Capes   
Quinta, 17 de Outubro de 2013 20:17
Tendo como inspiração o Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat) – primeiro curso de formação continuada stricto sensu no formato semipresencial aprovado pela Capes em 2010 – as áreas que compõem a grande área Ciências Humanas estão engajadas na criação de cursos semelhantes, que atendam ao objetivo de qualificar os professores das redes públicas de ensino fundamental e médio em todo o Brasil.
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Carlos Fico da Silva Junior, coordenador da área de História (Foto: Felipe Lima - CCS/Capes)

ProfHistória

Para Carlos Fico da Silva Junior, coordenador da área de História, que recentemente teve aprovada a proposta de criação de curso de mestrado profissional em rede nacional, falou sobre a importância da recomendação. "Nós já tínhamos há muitos anos essa vontade de, a partir do sistema de pós-graduação, de algum modo, atuar também na qualificação dos nossos alunos que saem da graduação e vão lecionar na educação básica. Montamos esse projeto com o apoio de diversas universidades do Brasil inteiro. Ele vai ser implementado brevemente e a gente está muito esperançoso de que isso interfira positivamente na formação continuada dos professores de história", ressalta.
O professor Fico disse ainda que a maioria dos alunos dos cursos de graduação em história vão trabalhar justamente na área de ensino e, até recentemente, não tinham oportunidade de uma formação continuada e o ProfHistória vai atuar exatamente nesse sentido.






ProfGeo
Já o professor João Lima Santanna Neto, coordenador da área de Geografia, conta que nesse triênio houve longa discussão a respeito dos mestrados profissionais e também do mestrado em rede, o chamado ProfGeo. "Estamos iniciando as conversas com vários profissionais de ensino de geografia nas universidades e logo que a gente voltar às atividades no ano que vem, a partir de fevereiro, nós já vamos começar a organizar esse cronograma, fazendo uma primeira reunião em Brasília, para criar esse primeiro programa de mestrado profissional em rede", conta. Neto reconhece que a maior parte dos profissionais formados na graduação vai para o magistério e que, desta forma, o ProfGeo virá no sentido de ajudar na melhoria da formação profissional dos professores de ensino básico do país.

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João Lima Santanna Neto, coordenador da área de Geografia (Foto: Guilherme Feijó - CCS/Capes)
























ProFilo

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Danilo Marcondes de Souza Filho, coordenador da área de Filosofia, diz que a área está muito interessada nessa linha de desenvolvimento. "Inclusive discutimos com os coordenadores dos programas a possibilidade de abrir linhas de pesquisa e até mestrados no ensino de filosofia para a qualificação dos professores do ensino médio. Isso é uma prioridade para nós, porque como tem sido discutido aqui na Capes, isso tem impacto nos diferentes níveis: a qualidade no ensino médio se reflete na graduação, a graduação se reflete na pós-graduação. A educação é um sistema, se você separar vai ter problemas".
Danilo Filho disse que a área está discutindo a criação de um mestrado profissional em rede nacional – o ProFilo, ou um mestrado mais geral em humanidades. "Particularmente, seria interessante o de filosofia. Acho que há especificidades na filosofia, há uma discussão em andamento e já lancei essa ideia aos coordenadores. Acredito que devemos amadurecer e encaminhar essa proposta para a Capes já no ano que vem. É uma prioridade para nós." 


Danilo Marcondes de Souza
Filho, coordenador da área 
de Filosofia (Foto: Guilherme 
Feijó - CCS/Capes)

                                                                      
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Jacob Carlos Lima, coordenador da área de Sociologia (Foto: Felipe Lima - CCS/Capes)

Humanidades

Áreas que não estão diretamente ligadas às licenciaturas se articulam para criação de cursos que reuniriam as áreas de Ciência Política, Sociologia e Antropologia. Jacob Carlos Lima, coordenador da área de Sociologia diz que as áreas estão conversando sobre a proposta de um mestrado profissional em ciências sociais abrangendo as três disciplinas. "A Sociedade Brasileira de Sociologia já se propôs a isso e nós estamos organizando uma comissão para fazer uma proposta. É provável que a gente apresente logo uma proposta de mestrado em rede de ciências sociais, voltado para o ensino, já que hoje a sociologia é uma disciplina do ensino médio e grande parte dos professores que a ensinam não tem formação específica na área", afirma.
Lia Zanotta, coordenadora da área de Antropologia, ressalta que a melhor opção para a área é a criação de um mestrado profissional em rede para a área de ciências sociais. "Com a participação de professores que pudessem coordenar em conjunto as disciplinas de sociologia, ciência política de antropologia. Nós até chegamos a conversar, os três coordenadores, para que, assim que acabe essa Avaliação Trienal, a gente organize um pequeno grupo para constituir essa proposta."
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Lia Zanotta, coordenadora da área de Antropologia (Foto: Felipe Lima - CCS/Capes)


Para Zanotta, da maneira que a forma do ensino médio está posta, há uma predominância da sociologia. "Mas como aquele que é sociólogo, professor de ciências sociais, é mais englobante que a sociologia, pois permite uma interdisciplinaridade com antropologia e ciência política, a ideia é, portanto, que a gente faça um mestrado profissional em ciências sociais, mas que realmente englobe as três disciplinas", completa.
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André Luiz Marenco dos Santos, coordenador da área de Ciência Política e Relações Internacionais (Foto: Guilherme Feijó - CCS/Capes)
Para André Luiz Marenco dos Santos, coordenador da área de Ciência Política e Relações Internacionais, a iniciativa é extremamente oportuna. "Penso que é possível, pelo menos, dois tipos de formatos diferentes para um mestrado em rede em humanidades. Um, talvez mais amplo, dedicado a uma formação mais humanística, uma formação em questões sociais, políticas e econômicas, mas, sobretudo, eu acho que talvez um mestrado em rede dedicado a formar quadros para a administração escolar pública", sugere.
O professor diz que há uma grande questão hoje no país que é a expansão das políticas públicas e os correspondentes recursos orçamentários. Para as políticas sociais a grande questão é a qualidade. "O problema crucial é a questão da qualidade das políticas públicas e isso supõe a qualidade dos gestores, a qualidade dos formadores e avaliadores de políticas. Seria de grande relevância a criação de um mestrado em rede na área de humanidades que possa juntar ciência política, economia, administração, sociologia, serviço social e outras áreas, dedicado a formar funcionários públicos, analistas de políticas públicas. O interessante é que esse mestrado em rede pudesse ter como clientela não só os funcionários públicos, mas também os indivíduos que eventualmente possam pensar uma carreira no setor público", concluiu.
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Clarilza Prado de Sousa, coordenadora da área de Educação (Foto: Felipe Lima - CCS/Capes)

Educação

Para Clarilza Prado de Sousa, coordenadora da área de Educação, há possibilidade de mestrado profissional em rede quando se fala em gestão da escola, formação de professores de 1ª a 4ª série, assuntos específicos da área de educação. "O que nós estamos preocupados é que esses mestrados profissionais existentes capacitem o professor que depois volta para a escola. Se o gestor da escola, o coordenador pedagógico não estiver preparado para receber esses professores e integrar essa formação ao currículo da escola, o professor capacitado não consegue trabalhar. A visão que nós temos é que na educação básica o professor não é isolado, não é como na universidade, que o professor da aula sozinho. Na escola, ele é orientado, coordenado, pela equipe de professores coordenadores", reforça.

Clarilza Sousa diz que os mestrados profissionais da área de educação estão buscando isso, preparar os professores, os coordenadores, orientadores, supervisores, os diretores e os próprios técnicos da secretaria de educação para interagir com esses professores formados na pós-graduação.
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Carmem Moreira de Castro Neves, diretora de Formação de Professores da Educação Básica (Foto: Guilherme Feijó - CCS/Capes)


Capes

A diretora de Formação de Professores da Educação Básica,   Carmem Moreira de Castro Neves, reforça que o grande desafio  da educação brasileira hoje é a melhoria da educação básica, o que passa pela formação de professores. "O mestrado profissional é uma resposta muito eficiente e eficaz para os problemas que o professor tem no dia-a-dia, ao mesmo tempo em que ele amplia seus conhecimentos e competências docentes. Então, o Mestrado Profissional é esse diálogo entre teoria e prática, que promove uma formação continuada do professor em um nível crescente de complexidade, ao mesmo tempo em que permite a esse professor já interferir positivamente em sala de aula", explica.
Carmem Neves destaca o impacto positivo que essas iniciativas possuem na capacitação dos docentes da educação básica. "É, por isso que os professores, de modo geral, veem com grande expectativa o mestrado profissional, porque eles sabem que ao mesmo tempo em que eles estarão elevando sua proficiência na didática, nas metodologias, no conhecimento relativo à área que ele trabalha, estarão também colhendo bons frutos com os seus alunos", conclui.
Pedro Matos, Fabiana Santos e Gisele Novais

terça-feira, 20 de novembro de 2012

IV Enpecom

Começa hoje o IV Enpecom - Encontro de Pesquisa em Comunicação.
Esse ano o tema é Comunicação e Diversidade Cultural. 

O evento será realizado no Paço da Liberdade, e a programação para os três dias do evento será a seguinte:

Programação dos GT’s:
GT01 – COMUNICAÇÃO, CULTURA E SOCIEDADE: Clique aqui
GT 02 – COMUNICACAÇÃO, CULTURA E POLÍTICA: Clique aqui
GT 03 – COMUNICAÇÃO, CULTURA E EDUCAÇÃO: Clique aqui
GT 04 – COMUNICACAO, CULTURA E DIFERENÇA: Clique aqui 
20 DE NOVEMBRO
18h – Credenciamento
18h30 – Cerimonial de Abertura
Coordenadora do PPGCOM – Profa. Dra. Kelly Cristina Prudencio
Coordenadora do IV ENPECOM – Profa. Dra. Regiane Ribeiro
19h – Mesa de Abertura
Prof. Dr. Jorge A. González Sánchez
Prof. Dr. Bruno Fuser: ”Comunicação, Memória e Ação Cultural”
21h30 - Exposição: CURITIBA NEGRA.  Fotógrafa Socorro Araujo – Especialista em Fotografia e Teoria e Análise da Imagem.
21 DE NOVEMBRO
13h às 18h – Apresentação dos GT’s
Mesa redonda: A experiência do/a Pesquisador/a
18h30min – Cerimonial
19h – Profa. Dra. Cremilda de Araujo Medina
Profa. Dra. Maria Rita de Assis César : A pesquisa – uma trajetória intimista
21h – Lançamento de Livros:
Cremilda de Araujo Medina. CASAS DA VIAGEM – De bem com a vida ou afetos do mundo
Álvaro Nunes Larangeira – Da virtude da fala ao silêncio da palavra: estratégias comunicacionais do PT no caso Mensalão
Mônica Kaseker – A Escuta do Rádio ao longo de três gerações
22 DE NOVEMBRO
13h às 18h – Apresentação dos GT’s
18h30min – Cerimonial
19h – Palestra de encerramento: Cinemas menores – dicções moleculares no cinema contemporâneo
Prof. Dr. Silvio Ricardo Demétrio


Mais informações no SITE DO EVENTO

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

7° Congresso ABIPTI

Tecnologia para um Brasil inovador e competitivo


Esse é o tema da edição de 2012 do Congresso ABIPTI (Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica) será realizada de 14 a 16 de agosto, no Hotel San Marco, em Brasília (DF).

Os participantes irão debater sobre a importância das entidades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (EPDIs) para a política de inovação brasileira.

Marco Antonio Raupp, ministro do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) fará a conferência magna de abertura, às 19h do dia 14/8, e Glauco Arbix, presidente da FINEP, será o debatedor da conferência “Necessidades e potencialidades das EPDIs (entidades de pesquisa, desenvolvimento e inovação) para a inovação”, às 8h30 do dia 15/8. O congresso é patrocinado pela FINEP, Sebrae, CNPq e MCTI, entre outros, e é destinado à pesquisadores, gestores, empresários e estudantes da área de Ciência, Tecnologia e Inovação. 


De acordo com a presidente da Associação, Isa Assef, o evento será uma oportunidade para fortalecer as redes de pesquisa do país. “Teremos especialistas que abordarão possíveis alternativas para potencializar os institutos responsáveis pela aproximação das empresas com as universidades”, afirma.

Estudantes, instituições associadas à ABIPTI, associações nacionais de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) têm 50% de desconto nas inscrições, que deverão ser feitas no SITE DO EVENTO.